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Uma análise da revolução da mídia participativa e as conseqüências para o futuro

Posted in Blogs, Internet, Mídias Sociais, Pesquisa with tags , , , , , on 20 de Maio de 2009 by Israel Scussel Degásperi

Os criadores de mídia estão transformando a cultura contemporânea. Henry Jenkins, teórico da mídia, aponta os caminhamos para um mundo onde o cinema vai perder a posição de líder do entretenimento.

Veja o vídeo

Para saber mais sobre o Henry Jenkins acesse seu blog.

Você pode ler também o artigo do Blog Monitorando que faz uma resenha, por que a “cultura da convergência”, de Jenkins, interessa a jornalistas?

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5 eras das Mídias Sociais

Posted in Cases, Internet, Mídias Sociais, Pesquisa, Redes Sociais with tags , , , on 28 de Abril de 2009 by Israel Scussel Degásperi

Vejamos a evolução da Mídia Social em 5 eras

Pessoas fazem negócios com pessoas e não com empresas. Todo mundo sabe disso há muito tempo. Hoje, com o rápido crescimento das redes sociais, essa velha máxima está ficando cada vez mais clara.

Espera-se que as redes sociais irão transformar radicalmente o marketing, o comércio eletrônico, o CRM e a propaganda como conhecemos hoje.

Os consumidores tendem cada vez mais a confiar mais nos amigos do que na propaganda das empresas. Espera-se que em um futuro muito próximo os próprios clientes criem os produtos e serviços que estarão disponíveis para essas comunidades.

O instituto Forrester americano fez um estudo profundo sobre a evolução da social web e aponta 5 estágios da sua evolução:

1) A Era das Relações Sociais: Pessoas conectadas com outras pessoas para compartilhar.
2) A Era da Funcionalidade Social: Redes sociais se tornam sistemas operacionais.
3) A Era da Colonização social: Toda experiência pode ser agora social.
4) A Era do Contexto Social: Conteúdo pontual e personalizado.
5) A Era do Comércio Social: Comunidades definem futuros produtos e serviços.

Quando essas eras vão acontecer?

Essas eras não são sequências, elas se sobrepõem. Nesse momento vê-se uma grande maturidade na era das relações sociais (milhões de usuários de Orkut, Facebook, MySpace, Linkedin). Muito em breve, conteúdo realmente relevante começara a surgir dentro dessas comunidades. Realmente, porque a grande verdade é que milhões se juntam a essas comunidades mas não fazem nada de produtividade a respeito.

A Forrester entrevistou dezenas de executivos de 24 empresas que atuam fortemente com mídia social. Appirio, Cisco Eos, Dell, Facebook, Federated Media Publishing, Flock, Gigya, Google (Open Social/stack team), Graphing Social Patterns (Dave McClure), IBM (SOA Team), Intel (social media marketing team), KickApps, LinkedIn, Meebo, Microsoft (Live team), MySpace, OpenID Foundation (Chris Messina), Plaxo, Pluck, Razorfish, ReadWriteWeb, salesforce.com, Six Apart, e Twitter.

Essa turma é altamente ativa no mundo da mídia social, e de uma maneira geral tem o seguinte recado para os marketeiros que ainda estão de fora:

1. Não demora para entrar. Essas mudanças estão acontecendo muito rapidamente. Se você bobear, ficará de fora, e depois não conseguirá entender o que se passa no mundo do marketing.
2. Prepare-se para Transparência. Todas as páginas do seu site estarão sujeitas a serem resenhadas pelas pessoas. Prepare-se para ouvir críticas construtivas e destrutivas.
3. Conecte-se com os Advogados da sua marca. Foco naqueles que te amam, eles vão te defender quando as coisas ficarem feias.
4. Parte o seu web site em pedaços. Os sistemas corporaivos precisam estar conectados a mídia social na web. Prepare para fragmentar o seu site corporativo em pedaços que são expostos aos clientes no momento certo na hora certa dentro da web. No mais radical dos futuros, o conteúdo irá até o clientes, eles não vão atrás do conteúdo. Distribua o conteúdo do seu site pela internet. Deixa a informação mais importante sobre você se espalhar pela internet através de comunidades onde estão os seus futuros clientes.

O mundo do marketing, queira ou não, caminha para um futuro analítico (google) + cliente no comando + complacência para aguardar o cliente decidir a melhor hora para comprar.

Se o cliente vai decidir tudo sozinho ou com os amigos, qual será o propósito das marcas?

Até aqui este post foi copiado e colado na íntegra deste site Os grifos são meus.

Veja agora meu comentário:

Respondendo a pergunta do texto, acredito que o consumidor não irá decidir tudo sozinho. E nem pode. Vou abrir um parênteses aqui e comentar rapidamente um episódio dos Simpsons, onde uma construtora de veiculos, descobre no Homer, o americano ideal, para gerenciar um projeto de lançamento de um novo carro popular para americanos. Obviamente uma sátira muito inteligente. E isso, já faz algum tempo.
Resumindo o Homer se encantou com o poder que lhe foi oferecido e foi adicionando milhares de acessórios ao carro que ele julgaria interessante. Óbvio que não deu certo. O carro tinha coisas absurdas e seu custo ultrapassou o valor de qualquer carro top de linha, quanto mais de um projeto popular.

Aonde quero chegar ? Os profissionais de marketing devem ouvir seus consumidores, de verdade. Mas, ao meu ver, as decisões devem ser tomadas por pessoas capacitadas. Nem sempre os consumidores são.

A marca que tiver mais interação com seu público, acredito que terá mais credibilidade. E é nesse ponto que vai se destacar entre suas concorrentes.

Outro ponto que levantei para discussão e gostaria muito de saber sua opnião a respeito, é que os consumidores devem interagir com a marca para transmitir sua opnião a respeito de um serviço ou produto que não esteja agradando para, aí sim, melhorar. Não vou ser ingênuo e afirmar que em time que está ganhando não se mexe, pois nunca devemos nos acomodar. Precisamos cavar mais fundo, sempre. Um alô para o Fábio Ghedin que apresentou um slide na discilplina de desgin para mídias interativas falou muito disso, vá mais fundo!

para terminar, vou citar um caso que aconteceu comigo ontem, quando cheguei do trabalho e abri meus emails pessoais.

Ontem recebi um email de um colega da pós graduação, com seu espaço num site, muito bacana por sinal. Ele tem uma coluna que fala sobre o conteúdo da TV aberta no Brasil. Ele é redator publicitário e tem um excelente texto. Escreve para o UOL. Li o texto dele e automaticamente procurei a parte dos comentários para que outros leitores dele pudessem ler o elogio que seguramente iria fazer para coluna dele. Sem hipocrisia. Mas a minha supresa é que não existe opções de comentar! Era um site totalmente estático. Isso me deixou profundamente frustrado.

Poxa, quer pauta melhor do que ouvir outras opniões a respeito dos próprios telespectadores da TV aberta, que tem uma audiência enorme?? Criar uma comunidade para discuti e agregar valor no assunto escrito por ele ? Acho que isso poderia trazer para ele e para agência dele uma pesquisa muito rica, até para os anúnciantes que a agência dele tenha, para anúnciar determinado produto em determinado programa, medindo a audência pelos comentários, vc´s me entendem ?

ok, digamos que o foco dos clientes da agência dele não seja público de TV aberta. Qual o feedback que ele tem do trabalho dele ? Nao vou massacrá-lo por isso. Mas se permitem um conselho. Pensem social! Estamos passando por este momento. Já temos 5 eras. Não sou eu que estou dizendo…

E um dos tópicos citado no texto acima é: Não demore para entrar. Essas mudanças estão acontecendo rapidamente. E o tópico a seguir diz, esteja preparado para críticas. Elas com certeza virão. Ao meu ver quem vai decidir se a crítica é construtiva ou não é vc… certo ?

Discovery Channel apresenta A INTERNET

Posted in Internet, Mídias Sociais, Pesquisa with tags , , , , , , on 11 de Dezembro de 2008 by Israel Scussel Degásperi

Eu já havia postado esses links no twitter, mas achei muito bom e resolvi disponibilizá-los aqui também.

Cáp 1 :
Cáp 2:
Cáp 3:
Cáp 4:
Cáp 5:

Segundo IBOPE/NetRatings existem mais de 41 milhões de usuarios de internet no Brasil. Veja aqui e que no brasil 90% dos usuários frequentam redes sociais veja aqui.

Digital Marketing Summit 2008

Posted in Pesquisa with tags , , , on 5 de Outubro de 2008 by Israel Scussel Degásperi

Aconteceu no dia 30 de setembro em SP o evento da jump education em parceria com o IBOPE NetRatings, que falou sobre estratégias de comunicação digital.

Segundo Maristela Alves, diretora de conteúdo da JumpEducation, “a convergência de mídias está modificando a comunicação corporativa. As novas mídias, como redes sociais, mobile marketing e blogs, misturam de forma inédita publicidade, entretenimento e informação, e necessitam de uma abordagem criativa e inovadora nos planejamentos de comunicação e estratégia de marca”.

O Brasil é o país que consome esse tipo de tecnologia igualmente com países de primeiro mundo e é o pais que bateu recorde de tempo de navegação na internet por mês, cerca de 23 horas e 12 minutos por mês. Deve-se a isso o fato que em maio de 2008 o índice de brasileiros que utilizam Banda Larga em seus domicílios é de 82,5% segundo o IBOPE NetRatings. è

A seguir iremos ver alguns slides apresentados pelo Alexandre Magalhães, gerente de análise de mercado do IBOPE NetRatings apresentado e cedido pelo professor Beto Del Carratore no módulo de Mensagem e Mídia do curso de pós graduação em Novas Mídias, Rádio e TV aqui da FURB. 

  

Podemos perceber como é forte o uso das principais redes sociais no Brasil e que esses números vêem aumentando. Fica claro que não devemos ignorar esses dados quando formos elaborar um planejamento de uma campanha. Impossível descartar essas mídias em qualquer campanha publicitária.  Eu concordo que só essas mídias talvez não bastem. Analisando o briefing e fazendo um bom planejamento deve-se fazer o cruzamento com outras mídias para complementar a campanha e potencializar o alcance ou a frequência dependendo do objetivo da campanha.

E o que me assusta é que estou fazendo uma busca de agências para enviar meu curriculum aqui na região e muitas delas simplesmente ignoram as redes sociais como mídia. Mais eu não desistirei hahaha !